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Mercado imobiliário: perspectivas para o segundo semestre de 2017

Mercado imobiliário: perspectivas para o segundo semestre de 2017

Após um longo período de incertezas acerca do cenário do mercado imobiliário em 2017, pode-se fazer um balanço sobre o que foi vivido no primeiro semestre, bem como listar algumas tendências para o que pode ocorrer a partir de julho deste ano.

Para os especialistas no assunto, o pior já passou. A expectativa é que a curva de vendas e de valorização de imóveis volte a subir no segundo semestre, o que por um lado é bom para o proprietário e por outro é desfavorável para o comprador. 

Por isso, mais uma vez os analistas do mercado imobiliário chamam a atenção para as últimas oportunidades de aquisição de imóveis nesse período onde residências e apartamentos ainda não voltaram a subir de valor. A principal tendência para o segundo semestre de 2017 é que, de fato, os preços voltem a subir.

Assim como essa tendência, outros pontos importantes acerca do mercado imobiliário serão listados para que você tenha um panorama sobre a situação econômica do país e tome decisões estratégicas para entender qual é a melhor hora para adquirir seu imóvel.

Mais procurados: apartamentos de pequena metragem

Para consultores especializados, a maior demanda para o segundo semestre continuará sendo para apartamentos de pequena metragem, ou seja, de 28 a 45 metros quadrados. São imóveis que variam de R$150 mil a R$400 mil e estão sendo procurados devido ao seu valor reduzido. Com a venda significativa desses imóveis, o mercado imobiliário continuará aquecido até o fim do ano.

Ações da Caixa: financiamento de Imóveis

Com o objetivo de incentivar a compra de imóveis, a Caixa Econômica aumentou o teto do financiamento, subindo de R$1,5 milhão para até R$3 milhões dentro do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). A Caixa ainda reduziu os juros em até 0,25% ponto percentual para todas as formas de financiamento de imóveis, favorecendo a aquisição de propriedades.  

Estímulo: redução das taxas de juros e inflação

O mercado está confiante em relação à queda nas taxas de juros e inflação do país. No início do ano, a previsão para o indicador da inflação era de 5,07%. Hoje este número é de 4,5%, superando as expectativas mais otimistas dos consultores. As taxas de juros apresentaram a terceira redução esse ano, o que favorece o poder de compra do consumidor, estimulando a aquisição de imóveis enquanto o momento está favorável.

Mais renda: geração de empregos

Com a fase da recuperação da economia e aumento do PIB, a geração de empregos se torna mais viável. A partir disso, a população, que antes estava inativa, passa a ter renda para investir, bem como torna-se possível limpar o seu nome para obter créditos. Desta forma, adquirir o próprio imóvel volta a ser uma prioridade para aqueles que ainda dependem do aluguel. Os consumidores mais atentos aproveitarão essa fase de baixa nos preços e nas taxa de juros para, enfim, conquistarem a casa própria. 

Tendo essa visão panorâmica, é possível perceber que o país, apesar de enfrentar conflitos políticos, está em um momento de recuperação econômica. Desta forma, o mercado imobiliário, que tem ofertas para todos os bolsos, está em ascendência, mesmo que de forma ainda lenta. 

Portanto, os consumidores estão mais seguros para adquirir seus imóveis este ano do que em 2016, já que os incentivos por parte dos bancos estão maiores e o cenário está mais favorável. 

A medida que a economia volta a se estabilizar, os preços dos imóveis também passam a ser mais valorizados. Desta forma, o público que tem interesse em comprar imóveis de baixo ou médio custo deve aproveitar esse momento onde há muita oferta nesse setor e os preços estão competitivos, pois a tendência para o segundo semestre de 2017, e principalmente para 2018, é que os apartamentos e casas no Brasil voltem a encarecer. 

Converse com seu consultor imobiliário sobre os pontos positivos de fechar negócio ainda no primeiro semestre e aproveite os incentivos oferecidos pelas instituições financeiras.


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